sábado, 20 de dezembro de 2014

Fim de ano

Compra e vende...
Compra e vende...
O mundo vai girando
E ninguém me compreende
Compra e vende...
Compra e vende...
Mal ganho e vou gastando
Pareço um adolescente
Compra e vende...
Compra e vende...
Hoje é dia de pagamento
Tem desconto? Embala pra presente!
Compra e vende...
Compra e vende...
Não dá, preciso de um aumento
Pra sustentar meu vício, é evidente!
Compra e vende...
Compra e vende...
Ser humano, produto final
De um sistema decadente

Marco Hruschka
terça-feira, 25 de novembro de 2014

A guerra dos santos (resenha)

Fé e ficção em A Guerra dos Santos
(por Marco Hruschka)

A quantas anda a sua fé? Você é daqueles que se apega em algo para criar forças? Qual a relação misteriosa existente entre o Papa Campesino I e um astrólogo/astrônomo holandês chamado Rud Van Flandem? Se você se considera uma pessoa fervorosa e um leitor que aprecia uma bela história de ficção com certeza vai gostar do livro A Guerra dos Santos, de Fábio Lucas Pierini. O autor já avisa de antemão: "Quem sair por aí dizendo que o autor não sabe do que está falando é porque não sabe a diferença entre ficção e não-ficção". Uma trama que lembra o estilo Dan Brown (O código da Vinci; Anjos e Demônios) em alguns pontos (capítulos curtos, prólogo, epílogo), mesclando elementos sagrados com fantasia, Pierini cria uma história que prende o leitor do começo ao fim. Não é clichê! Você se envolve tanto que lê as 215 páginas do livro em no máximo duas pegadas. Não pude deixar de lembrar também, pelo teor da discussão entre religião e ciência, de outro autor, Jostein Gaarder (O mundo de Sofia; O dia do Coringa). O leitor, envolvido por uma trama bem bolada, vai se deparar com temas como religião, crença, preconceitos, Deus e fé.

Imagine uma guerra envolvendo demônios (com o próprio Lúcifer encabeçando), mortos-vivos, humanos (o papa, cardeais, xamãs, pais de santo, monges budistas), santos (esses não vou revelar, só para atiçar a sua curiosidade!) e anjos, na qual o Bem e o Mal se enfrentam em plena Praça de São Pedro. Será que o mundo suportará a pressão do Príncipe das Trevas? Será que as pessoas terão fé suficiente para combatê-lo? Como esses personagens ganham vida você só saberá se ler A Guerra dos Santos. Leitura indicada!!!




Autor: Fábio Lucas Pierini
Título: A Guerra dos Santos
Páginas: 215
Formato: Pocket
Editora: Oficina de Livros
Gênero: Romance / Ficção
Ano: 2008


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Primeira impressão (resenha)

 Minha primeira impressão
(Por Marco Hruschka)

Após a leitura do livro de crônicas “Primeira impressão”, de Lu Oliveira, resolvi escrever algumas linhas sobre a minha primeira impressão da obra. Sobre a edição, a editora Clichetec, aqui de Maringá mesmo, capricha muito no visual e o livro, embora simples, é agradável também visualmente falando.
O livro é dividido em 3 capítulos, o que facilita a leitura por temas. São eles: “Memórias”, “Educação e família” e “Política e sociedade”.

O capítulo “Memórias” nos faz voltar no tempo e relembrar as sutilezas de nossa juventude. Percebemos como os costumes mudaram e como nossa infância foi diferente. Sem esforço, lembramos-nos de detalhes da nossa infância e juventude criando um sentimento gostoso de nostalgia. Há um resgate aos valores perdidos e à valorização da postura dos pais quando da época de criança da autora, o que ela mesmo cita, década de 80 e 90.

O segundo capítulo é o que mais gostei. A autora usa de sua experiência em sala de aula para relatar as atrocidades que existem dentro de uma instituição comercial chamada “escola”. Mostra, por meio de relatos pessoais, como os alunos estão cada vez mais abusados e desinteressados, pois se encontram sempre numa redoma, protegidos por uma coordenação que visa sempre o lucro antes da educação. 

O último capítulo retoma questões sociais, problemas de educação, comportamento e hábitos, muitos deturpados, com os quais temos dificuldade de lidar atualmente.
Muito bem escrito e com uma linguagem muito fácil de acompanhar, seu livro em muitos pontos me fez lembrar o meu “No que você está pensando?”, sobretudo no que tange à crítica social e à tentativa de retomada dos valores perdidos graças ao capitalismo, à não imposição de limites aos filhos e à (não) educação das crianças.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Gelo e Brasa (resenha)

 Pequeno por fora e infinito por dentro.
(Por Marco Hruschka)


É assim que classificaria Gelo e Brasa, o livro de micro contos de Antonio Roberto de Paula, amigo escritor aqui de Maringá. O livro tem suas oitenta e poucas páginas e possui um projeto gráfico de primeira, muito interessante, pois todo criativo e interativo (às vezes temos que virar o livro para poder ler um ou outro texto, além das imagens que ajudam ainda mais a despertar os sentidos para a poesia contida na obra). Percebe-se que o projeto foi pensado com muito carinho para que o leitor pudesse desfrutar e mergulhar no mundo que o autor propõe. É uma viagem no tempo! A. R. de Paula nos convida a percorrer os anos ao seu lado e ao lado da poesia, carregada de lirismo, nostalgia, saudade, paixões, paisagens e toda a turbulência dos relacionamentos amorosos. Contudo, creio que a passagem do tempo seja a verdadeira marca do livro, revelada com muita sutileza e talento. O ano de 2014 está sendo marcado por uma produtividade literária muito boa em Maringá. Gelo e Brasa é para se ler numa pegada... e depois pegar de novo...  e de novo...

Meus textos prediletos do livro:

“A menina já não sobe em árvores, não corre com os meninos. Pôs saia, salto e um sorriso misterioso” De Paula

“O zíper fechando a mala: o primeiro som da saudade” De Paula

“Depois que ela se foi, móveis e objetos da casa olham para ele com ares de acusação” De Paula

“Diante do espelho da penteadeira repleta de frascos e potes, ela procura nos líquidos e cremes o resto da beleza” De Paula

"Acariciava a antiga fotografia enquanto dava cor à sua alma em preto e branco" De Paula



terça-feira, 4 de novembro de 2014

FLIM - Festa Literária de Maringá

Tive a oportunidade de participar da 1ª FLIM - Festa Literária de Maringá. Relançar meu livro "No que você está pensando?" e expor também meu primeiro livro "Tentação" foi muito gratificante para mim. A FLIM entra para o hall das Festas Literárias mais badaladas do país já na sua primeira edição. Contamos com a presença de escritores como Ziraldo, Milton Hatoum, Augusto Cury, entre outros. Participei durante a semana em parceria com a Editora Flor do Brasil, a qual agradeço em nome da Maria Cristina Vieira, que fez um trabalho muito bonito em seu estande. No dia do encerramento, participei de um bate papo com outros escritores maringaenses que também estavam lançando seus livros. Falamos sobre o nosso trabalho para o público no auditório Hélio Moreira, em seguida tivemos um coquetel de encerramento juntamente com a noite de autógrafos. Um belo evento que merece ser repetido e apoiado!





segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Resenha do livro "No que você está pensando?" de Marco Hruschka, por Evely Libanori

Resenha do livro "No que você está pensando?" de Marco Hruschka, por Evely Libanori.

“No que você está pensando?” é o livro de narrativas do Marco, escritor que, até então, eu conhecia no poema. E eis agora outro voo do Marco, a entrada dele no mundo da narrativa. E o que eu vejo. Vejo que a narrativa do Marco é aberta, sincera. Esse livro é um livro de impressões e sensações. De textos francos de quem abriu o coração. Eu leio como se eu estivesse conversando com ele, na mesa de um bar. Confidências de amigos que falam de amor, do dia a dia, da vida. O narrador se solta, envolve o leitor na conversa, na intimidade, nos conselhos. Se comparado a um vinho, esse livro tem notas leves e encorpadas. E um perfume de flor recém aberta. Eu gosto, sobretudo, dos textos que falam de amor. O Marco sabe ser lírico no poema e na narrativa. Sentimento, lirismo, graça é o que o leitor encontrará no livro de narrativas curtas, parecidas a crônicas. Parabéns pelo trabalho, Marco. E eis um escritor se fazendo. 

Adquira o livro AQUI !

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Mirante


Calo-me diante do insólito
Daquilo que não faz parte de mim
Do desconhecido
Do intruso
Do invasor
Pois nem tudo é capaz de construir
Nem tudo é edificante
Fico entre o limbo e o torpor
Amordaçado por mim mesmo
À parte de mim

E em mim permaneço
De olhos abertos,
Bem abertos e vigilantes,
Pés firmes no chão.
Sou o próprio belvedere:
Mirante!
Mirante!
Um voyeur em posição privilegiada
Separando o joio do trigo
Fazendo a triagem...
Desinfectando-me!

Meu inimigo, esse mundo
Insano e arrogante, insistirá!
E com sua arma,
Incansável e idealista arma,
Arremessará com força
Toda a podridão do mundo...
Mas eu sou sentinela
Imponente, imutável, perseverante!
Guardarei meu templo
Com unhas e dentes,
Pois é aqui,
Na minha fortaleza, meu forte,
Dentro de mim que pretendo me salvar,
Sou a minha terra,
Minha própria pátria,
Meu lar!



Marco Hruschka
domingo, 13 de julho de 2014

O charme feminino

O beijo


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Isabela Crociolli lê Marco Hruschka

A modelo conhecida internacionalmente, Isabela Crociolli, que além de linda e super fotogênica também adora ler, recebeu de presente os livros "Tentação" e "No que você está pensando?" (lançamento), de minha autoria, e como agradecimento teve a gentileza de enviar essa bela foto! Postou na sua página no facebook para mais de 270 mil seguidores e também no instagram com a frase: "Estou amando ler os livros de @MarcoHruschka Super recomendo". Muito obrigado pelo carinho, Isabela!


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Nós, animais (resenha)

Poesia, animalidade, alma e consciência em "Nós, animais"
(Por Marco Hruschka)

A Evely Libanori é alguém especial para mim. Uma pessoa que admiro muito. Alguém que entende de Literatura. Alguém que ama os animais, mas que também ama os humanos. Nós nutrimos um carinho especial um pelo outro, somos bons amigos. Vou escrever algo sobre o livro que ela lança não somente pela relação que temos, mas pelo que a obra representa enquanto mensagem.



"O que assusta na morte é a sua dura condição de eternidade" Evely Libanori

Este livro é uma oração. Definitivamente, além de boa literatura, é uma prece de um narrador que, ajoelhado, rodeado de outros animais, olha para o céu e reza para um Deus de bondade, um Deus capaz de fazer milagres. Um Deus que possa cuidar de nós.

Este livro é um grito. Uma explosão vinda diretamente das entranhas de alguém que não pode mais suportar a dor da desigualdade, da indiferença, da paixão. Um vulcão em erupção cuspindo um grito de socorro ensurdecedor. Um coração acelerado. Uma voz que deve ser escutada.

Com textos curtos, frases ligeiras e linguagem de fácil compreensão, tudo muito bem escrito, Evely conversa com o leitor de modo a comovê-lo, sensibilizá-lo e, ao mesmo tempo, chacoalhá-lo, fazendo-o refletir sobre os seus atos cotidianos, suas atitudes com relação aos outros animais, o modo como, de fato, a maioria de nós interage com eles.



Confesso que me pegou desprevenido o lirismo de “Pulsação”, pois tem algo a mais de poesia que os outros textos. Gostei muito! A poesia sempre me atrai, mesmo na prosa. Sobretudo na prosa.

Se Clarice Lispector pudesse ler “Os mimadinhos filhos de Deus” diria que esse texto também é um soco no estômago e, como o resto do livro, um tapa na cara. Um golpe certeiro. Que dói! Pois nos faz pensar sobre o nosso lugar no mundo e qual a nossa relação de fato com tudo que nos circunda, o que criamos, o que somos, o que deveríamos ser, se racionais deveras fôssemos.

E quanta agonia, quanta dor, quanto sofrimento em “Ela mata gatos, não mata?”. Quem já perdeu algum animal de estimação vai se sensibilizar muito com a história da gata Bárbara e seus filhotes. Uma crônica que mostra o quanto o ser humano pode ser cruel. Muito mais cruel do que qualquer outro animal na natureza porque tem consciência do que está fazendo, sabe exatamente a atrocidade que comete e ainda assim não toma outra medida. Estou falando exatamente de Nós, animais.

E a história do bem-te-vi Benjamin?! Impossível não se emocionar! O ser humano deveria passar mais tempo com a natureza! Respeitando-a, amando-a, partilhando-se em meio a ela. No que nos diferenciamos de um pássaro, em termos de essência? Pode haver (mais) amor entre seres de espécies diferentes. Deve haver igualdade. Deve haver mais sensibilidade. Segundo a autora, "O tempo precisa parar para que haja ternura".

Por fim, o livro nos marca com uma grande interrogação: “Quem sou eu?”. A nossa essência é posta em xeque. Leitura recomendada.

Título: Nós, animais
Autora: Evely Libanori
Editora: Livre Expressão
Gênero: Crônicas
Ano: 2014
Páginas: 98
Contém ilustrações
Marco Hruschka
quarta-feira, 9 de abril de 2014

No que você está pensando?

Dia 29 de março de 2014 aconteceu o lançamento do livro "No que você está pensando?", de Marco Hruschka, na Câmara Municipal de Maringá. O evento contou com música ao vivo e coquetel para os convidados. Mesmo com a chuva, que tomou boa parte da noite, os leitores compareceram para prestigiar o autor. Foi uma noite de confraternização, boa música, com papo, descontração e muitos autógrafos!


Gostaria de agradecer a todos os presentes! E você, no que você está pensando?

O livro está à venda AQUI (Site da Editora Multifoco)

e AQUI (Livraria Cultura)

APOIO:

Salão Classic (coquetel)
Central dos Retalhos (coquetel)
Casa dos Uniformes (coquetel)
Excellent Global (coquetel)
Ingá Cup (copos personalizados)
Postnet (marca-páginas)
Daniele Mattos (fotografia)
João Paulo Bueno (música)
Thiago Melo (arte do banner)
Câmara Municipal de Maringá (espaço e estrutura)



"No que você está pensando?"

Coquetel

Patrocinadores

Muita gente boa presente

Convidados curtindo o coquetel de lançamento


Um brinde aos leitores

Autografando um exemplar para o grande poeta Jaime Vieira

A melhor parte: autografar!

Alunos presentes, só alegria!

Meu irmão apoiando o evento

O evento contou com a presença de João Paulo Bueno, voz e violão
Família compareceu em peso

Convidados especiais
Kit vendido no dia do lançamento

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Lançamento


"Este livro é um desafio! Quem nunca entrou em sua rede social e se deparou com a pergunta escrita com letras esmaecidas, “No que você está pensando?”, e ficou sem saber o que dizer?! Pois é, Marco Hruschka escreveu este livro todo. Foi bem ali, naquele espaço para postar seu status, suas novidades, pensamentos, ações ou o que quer que seja que o autor criou de maneira, ao mesmo tempo, leve e profunda, reflexões sobre diversos temas que nos abrangem. E por isso que esta obra tem um caráter inovador e ousado, pois, em tempos de ciberespaço, traz, de maneira irônica e atrevida, o (hiper?) texto para as páginas deste livro. Após a leitura desta obra, nós, irremediáveis internautas, nos lembraremos que ali também pode ser escrito arte, cultura, reflexão, críticas, desabafos, ou tudo isso em uma tacada só... quem sabe? Certamente, a leitura desse livro transformará, interpelará, atravessará e acrescentará à visão turva que há, por parte de muitos, sobre o espaço virtual enquanto meio de comunicação, expressão e, por que não, meditação tão rico que é. Para Hruschka, “escrever é uma tentação”. E para você, leitor, lê-lo será cair nesta prazerosa e distinta tentação."

Ana Maria Sabino
Professora de língua portuguesa e mestre em Estudos Linguísticos

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Algo a mais (Conto erótico)

Nosso relacionamento já não estava como antes. No começo, tudo era perfeito, transávamos todos os dias, sorríamos todos os dias, havia um fogo inacabável e estarmos juntos bastava para os dois. Mas com o tempo o marasmo invadiu a nossa cama e a rotina começou a minar a nossa relação. Era preciso fazer alguma coisa para salvar o que ainda restava do nosso amor. Sim, nós nos amávamos! Mas existe uma fase na vida de um casal em que é preciso renovar.

Então resolvi inventar algo, mesmo que passasse por cima de alguns conceitos e valores que eu tinha, para poder atar de vez o nosso laço. Resolvi chamá-la para sair, sem saber ainda o que poderia fazer para agradá-la. Sentia-me muito inseguro, tinha medo de perdê-la e por isso não tinha ideia do que fazer para surpreendê-la.

Fomos até um barzinho novo na cidade com cara de baladinha, pegamos uma mesa no canto e para sentar havia poltronas bem confortáveis. O ambiente contava com meia luz, um som agradável e pessoas bonitas. Nas paredes do bar, bebidas do mundo inteiro, uma bela decoração.

Minha mulher estava belíssima! Usava um vestido negro de malha com discretas lantejoulas, soltinho e, atendendo ao meu pedido, sem calcinha. Ela era loira e estava usando um rabo de cavalo, como eu gostava. Talvez ela também tivesse imaginado algo para aquela noite.

Eu já me sentia excitado só de imaginar o que poderia acontecer. Pedimos dois drinks, duas margueritas. A tequila a deixava relaxada. Ficamos curtindo o som, bebendo e batendo papo por um tempo. Pedimos mais duas bebidas – dessa vez dois martinis - e eu comecei a encará-la com cara de safado. Ela retribuiu. Começamos a nos beijar, com línguas molhadas, bocas encaixadas e intenções segundas. Apertei uma de suas coxas e comecei a alisá-la em direção à sua bocetinha. Ela tremia! Eu alisava, ela se abria. Quando percebi estava com os dedos molhados, masturbando seu grelinho enquanto chupava a sua língua deliciosa. Paramos por alguns segundos e olhamos em volta. Percebemos que havia um casal sentado de frente nos observando. A excitação era tanta que, sem nos comunicar verbalmente, sabíamos o que deveríamos fazer. Era o diferencial que eu procurava, a deixa, a oportunidade. Voltamos a nos beijar e quando coloquei a mão dentro do seu vestido novamente, ela estava ainda mais molhada, estava adorando a sensação de ser observada. 

Estávamos sentados numa parte mais reservada do bar. Os seguranças do local quase não passavam por ali e quando passavam fingiam que não viam nada. No fundo, era divertido pra eles também. Quanto ao casal, ele tinha uns 37 anos, era alto, magro, corpo de nadador, cabelos negros, lisos, penteados pra trás, barba bem aparada, estava bem vestido, camisa cinza, jeans escuro, cinto e sapatos pretos. Depois fiquei sabendo que era um empresário bem sucedido. Ela era morena de cabelos negros, olhos verdes, uns 26 anos, estava usando um vestido de paetê todo aberto nas costas, tinhas coxas bem trabalhadas, uma linda mulher.

Nós nos beijávamos como nunca havíamos nos beijado antes. O álcool estava nos deixando ao mesmo tempo relaxados e corajosos. Queríamos mais! Precisávamos de mais. Olhamos para o casal novamente e a morena estava apertando o pau do seu parceiro por cima da calça, olhando pra gente com cara de safada. O que eles queriam, afinal? Eu só sei o que EU queria: dar prazer para a minha mulher, não importa como fosse!

Percebi que a minha loira, a mulher que eu amava, estava olhando vidrada para o volume na calça do tal empresário. Aquilo me causou um turbilhão de sensações. Fiquei com ciúmes, pois nunca havíamos nos traído e nunca havíamos dado brechas para coisas novas na nossa relação. Era quase tudo dentro dos moldes tradicionais. Entretanto, quando estávamos dentro de quatro paredes, nos divertíamos muito, fazíamos coisas inusitadas, mas nunca havíamos aberto as portas para ninguém. E ela continuava olhando, não conseguia disfarçar. Deu uma mordidinha nos lábios. Sabia que estava muito excitada. Então senti meu pau latejar dentro da cueca. Não sabia o que aquilo significava, estava totalmente confuso. Não entendia como ciúmes e tesão poderiam estar correlacionados. Mas funcionava! 

De repente, eles estavam hipnotizados. Parecia que conversavam por telepatia. Estavam trepando via transmissão de pensamentos. Sem que eu percebesse, ele levantou e foi até o banheiro. Minha mulher sussurrou algo nos meus ouvidos como “já volto”, levantou-se segura do que estava fazendo, não só a ela, mas por mim também, e foi atrás. Eu não pude fazer nada. Não sabia o que realmente fazer. Deixei que fosse. E meu pau pulsava no descompasso do coração...

Ele sabia que ela iria. Abriu a porta de uma das divisórias do banheiro e ficou esperando lá, com a pica cheia de prazer pra dar. Ela entrou. Não havia ninguém mais além dele. Entrou e a porta foi fechada. Enfim sós. O empresário boa pinta e a MINHA mulher. Ela queria uma putaria. Ela queria se reinventar. Foi abrindo cada botão da camisa dele, bem devagar, suavemente, enquanto ele ofegava. Ele tinha um peitoral definido e depilado. Ela passava a língua pelos seus mamilos e descia lambendo pela barriga, subia novamente e mordiscava os bicos dos peitos. Mas o melhor ainda estava por vir. O que ela queria de verdade era sorver todo o prazer que ele acumulava naquelas bolas. Então agachou, abriu o cinto, agora com um pouco mais de selvageria, sempre olhando pra ele com cara de piranha, abriu o botão, abaixou o zíper e puxou a calça com tudo pra baixo, fazendo com que a cueca descesse junto. O pau saltou pra fora, balançando na frente da cara dela. Uma pica grossa, dura, lisa, de cabeça rosa e macia. 

Eu continuava lá fora, bebendo e imaginando se ela havia apenas ido ao banheiro ou o que estaria fazendo. Ansioso como nunca estive, excitado como nunca estive. A mulher dele, a morena, continuava tranquila na mesa, bebendo sua vodca com suco.

Então a minha loira, que tinha uma boca linda e suave, lambeu os lábios e passou a língua de baixo até na cabecinha, fazendo com que ele quase uivasse de excitação. E num súbito abocanhou aquele cacete e começou a boquetar e a bater ao mesmo tempo. Só conseguia chupar um pedaço, pois era uma pica e tanto. Ele estava explodindo de tesão, as veias do pau inchadas. Começou a mexer o quadril rebolando e fodendo a boca dela. Ela babava e mamava. Literalmente com água na boca. Mas ela tinha pressa, pois o que ela queria era beber o seu leite. Acelerou os movimentos e suplicou, com a voz inebriada:

- Goza na minha boquinha!

Então ele socou a vara na boca dela com vontade e avisou:

- Vou gozaaar! Bebe tudo, vadia!

Pois ela, que adorava engolir tudinho, embebedou-se um pouco mais, sem perder uma gota sequer.

Em seguida, enquanto ele se recuperava do gozo no banheiro, ela levantou-se, lavou-se e voltou para a nossa mesa, com um sorriso ao mesmo tempo leve e misterioso. Ninguém havia visto nada.

Sentou-se ao meu lado, beijou-me o canto da boca e disse no pé do meu ouvido:

- Vou te recompensar ainda hoje.

E tivemos a maior noite de amor dos últimos anos.

Marco Hruschka

A noite do vinho (Conto erótico)

Naquela noite, eu não conseguia esconder o meu ciúme. Eu havia entrado naquele relacionamento – se é que se pode chamar de relacionamento - sabendo como seria: passageiro. Contudo, acabei me envolvendo sem querer. A cabeça sabia que deveria ser apenas transa, mas ela fazia com que meus sentimentos entrassem no jogo. Ela era foda!

Só de vê-la conversando com aquela cara de safada com o Schneider – que era quinze centímetros mais alto que eu, era loiro, tinha olhos claros, possuía um físico impecável e tinha fama de pauzudo - eu já morria de ciúmes. Ela era a MINHA putinha!

Ela namorava um holandês, entretanto quase não o via e, como era viciada em sexo, precisava de alguém para satisfazê-la na sua ausência. Foi aí que eu entrei na parada. Qual era a minha função? Meter! Eu deveria comê-la e só! E eu estava fazendo isso muito bem, diga-se de passagem, até ela mostrar que quem estava no comando da situação era ela, não eu.

Depois do churrasco da tarde no qual ela ficou de conversinha com o tal Schneider, eu percebi que ela era mais atraente do que eu imaginava. Pelo simples fato de se mostrar independente, dona de si, conquistadora e indiferente, tudo ao mesmo tempo. Eu sabia que ela ia dar pra ele e isso me deixava maluco de ciúmes. A insegurança me movia.

Pela noite, liguei pra ela e disse que precisávamos conversar pessoalmente. Venha até meu apartamento – ela disse.

Chegando lá, sentei-me em um dos dois sofás brancos que havia na sua sala. Ela sentou-se de frente para mim, no outro. Seu nome era Tatiana, tinha pele branca, cabelos negros, lisos e compridos. Olhar sacana, sarcástica, infiel (o que pra mim acaba sendo um agravante sexual) e tinha piercing na língua, o que a deixava ainda mais sexy. Se eu pudesse dar a ela um diferencial eu citaria seus seios, fartos, macios, quentes e belos. Começamos a conversar e logo virou uma discussão, pois eu não tinha argumentos concretos. O que eu alegaria, se não éramos namorados nem nada? Eu era justamente o outro, aquele que não podia reivindicar nada além de uma foda bem dada. Como eu poderia proibi-la de conversar com outro cara? O stress foi tomando conta de mim e ela começou a usar isso a seu favor. Levantou-se, pegou uma garrafa de vinho tinto, um Borgonha de uva Pinot Noir, e sentou-se novamente. Não sei se ela sabia, provavelmente sim, que essa uva é considerada pelos especialistas como a mais afrodisíaca. Começou a beber no gargalo sem deixar de me olhar com cara de piranha.

- É isso que você quer? – disse, deixando o vinho escorrer pelo queixo, chegando até os seios.

- Sim, é isso que quero – retruquei, entrando no jogo dela.

De repente ela estava toda lambuzada de vinho, derramava cada vez mais. Então se levantou, tirou a roupa e, no meio da sala, começou a jogar mais vinho pelo corpo.

- Vem e bebe! – ordenou.

- Ajoelhei aos seus pés e comecei a beber do líquido que percorria seu corpo e pingava indomável de sua boceta depilada.

Chupava tudo, bebia tudo. Passava minha língua como um animal feroz no meio das suas pernas, subindo até os seios e voltando, e ia ficando cada vez mais louco por causa do álcool e da raiva reprimida. O gosto da bebida misturada ao seu sabor particular resultava em um paladar voluptuoso.

Tirei minha roupa também, já manchada. Roubei a garrafa de suas mãos e disse:

- Agora é a sua vez!

Então ela veio beber na cabeça do meu pau! Mamava gostoso, desvairada, enlouquecida. Passava a língua por tudo e quase engolia minha pica junto com o vinho. Que boquete gostoso! Esfregava minha vara na cara toda, lambuzando-se por completo. Como ela gostava de uma travessura. E eu ainda mais!

Deitamos na poça de vinho e começamos a trepar ali mesmo. A sala estava toda molhada, os sofás sujos e nos deliciamos como crianças brincando na chuva. Eu metia com tanta força que ela gritava sem levar em consideração os vizinhos. Gemia feito uma cadela no cio. Piranha! Agora eu ia me vingar, ia fodê-la com nunca havia feito, para ela saber que EU era o seu macho! Coloquei-a de quatro, escorada no sofá, bem empinada e montei nela. Socava como um cavalo garanhão e ela desfalecia de prazer. Abria sua bunda e metia a vara socando o dedo no seu cuzinho. Ela já não sabia se gritava, se gemia ou se soluçava.

Então, peguei-a no colo, ainda escorada no pau e levei-a até o chuveiro. Ela estava enfurecida de tesão com o que estávamos fazendo, então, já com a água a nos lavar, ela meteu um tabefe na minha cara. Ah, havia esquecido de dizer, ela adorava uma boa briga de amor. Em outras palavras, a vadia gostava de apanhar... e de bater! Foi automático, soquei a mão na cara dela de volta e então a putaria começou de verdade. A gente se beijava com a água a percorrer os nossos corpos, eu chupava a sua língua e mordia a sua boca com força, louco pra sentir o gosto do seu sangue, mas me continha para não acabar com ela. Estávamos metendo de pé, eu apenas havia levantado uma perna dela e entrado por baixo. Encharcados de satisfação. De repente, depois de levar mais um tapa, virei com tudo e quebramos o boxe. Ela estava pouco se lixando, o que ela queria era isso mesmo, ver o pau torar! Então a joguei na cama e, molhados, recomeçamos a meteção.  Cansado de apanhar – ela tinha a mão pesada - fiz com que ela ficasse de costas, assim ela ficaria toda exposta, submissa e eu faria o que desejasse com ela. Soquei o pau com tudo e bombava irado naquela puta safada. Ela rebolava gostoso e meu pau começou a latejar dentro dela. Batia com força naquela bunda e ela, por ser branquinha, já estava toda marcada. Tirei o pau da boceta e mirei no cuzinho, que já estava todo melado. Sem hesitar, ela pediu:

- Me fode no rabinho!

Antes de pôr a cabecinha, ainda dei uma boa brincada na bordinha, fazendo com que ela implorasse para que eu a estuprasse por trás. E assim foi. A pica passava lisa naquele buraquinho e ela estava à vontade com tudo aquilo, como uma verdadeira devassa. Enquanto comia o rabo dela, acariciava seus seios deliciosos. Ela gritou:

- Vou gozaaaar!

Então eu acelerei e o tesão máximo veio de súbito!

Gozamos juntos, eu dentro dela. Que sensação extraordinária!

Deitamos juntos na cama e, depois de alguns minutos, depois de recuperar o fôlego e retornar à realidade, ela disse de maneira leve, quase sussurando, mas irrefutável:

- Pode ir agora.



Marco Hruschka

Molhada (Conto Erótico)

Amanda tinha uma relação muito íntima com água. Toda vez que ia tomar banho ficava excitada. Tirava a roupa com sensualidade para si mesma e, cheia de charme, começava a se molhar. A água percorria-lhe o corpo arrepiando cada centímetro de pele. Era muito excitante para ela o contato intrínseco com esse elemento natural. Então depois de relaxar um pouco, ela pegava o chuveirinho... 

Era uma viagem. Ela se desligava totalmente do mundo e se concentrava apenas em seu prazer. Sentava-se no chão, abria as pernas com delicadeza e apontava o jato de água para o seu clitóris. Os primeiros movimentos eram circulares, o que a estimulava lentamente. Em seguida, aproximava ainda mais o chuveirinho, o que fazia uma espécie de massagem em seus lábios internos. Sua boceta começava a inchar, o sangue pulsava para baixo, implorando pelo gozo. De repente, contorcia-se toda, segurava o grito num gemido baixinho, uma lágrima de prazer escorria pelo rosto e ela estava definitivamente pronta para o mundo. Renovada. Renascida. 

Ela já havia transado tomando banho de mangueira, na chuva, na banheira de motel e no próprio chuveiro de seu apartamento. Os melhores orgasmos vinham justamente quando ela estava literalmente molhada. Nem Amanda sabia o porquê, mas para ela água e gozo estavam profundamente relacionados.

Amanda era aparentemente uma mulher normal. Tinha cabelos castanhos, ondulados, nos ombros, pele clara, olhos negros, magra, seios pequenos, quadril largo e bunda saliente. Mas se pudéssemos buscar-lhe uma beleza, encontraríamos no modo misterioso de olhar, na maneira sacana de sorrir e no jeito ímpar de fazer amor. Ela trepava como ninguém! Entendia do assunto, era desinibida e tinha muita facilidade para gozar, sobretudo sozinha, estimulando-se e brincando consigo mesma.

Entretanto, já estava sozinha havia alguns meses, terminara o seu relacionamento de três anos e agora estava em uma fase de libertação, autoconhecimento e transcendência. Dedicava um tempo do seu dia para meditar em busca de equilíbrio espiritual. Ainda assim, era adepta a todo tipo de prazer físico. Para ela, a alma e o corpo não eram uma coisa só, mas ambos precisavam de cuidados especiais.

O fim de semana chegou e ela sentiu vontade de fazer algo diferente. Sair da rotina era um de seus lemas. Contudo, a sua mente a levou automaticamente para lugares aquáticos. Praias, clubes, aquários, piscinas... isso, uma piscina hoje seria ótimo! Mas com quem ela iria? Não queria envolvimentos, pois estava curtindo uma vibe diferente agora. Queria se divertir e relaxar. Pensou bem e decidiu justamente não decidir nada. Iria para o clube sozinha mesmo e chegando lá iria curtir o momento.

Pegou o seu biquíni predileto, a parte de baixo lisa, branca, e a de cima com estampas coloridas. Ela sentia que ele valorizava o seu corpo. Havia se depilado no dia anterior, então estava se sentindo muito segura e sexy. Apanhou seu chapéu, uma toalha, protetor solar e seus óculos de sol e partiu. Chegando lá, preferiu entrar primeiro na piscina grande, onde havia muitas pessoas. Mergulhou e deliciava-se com a sensação de frescor em pleno verão. Foi até o canto da piscina e ficou observando como as pessoas se divertiam.

Percorrendo a todos com os olhos, avistou um homem de uns trinta anos, moreno escuro, careca, forte, alto, corpo liso, usava uma sunga preta e estava nadando sozinho. Tinha lábios carnudos e dentes grandes e brancos. Ele era bombeiro, mas ela nem desconfiava. Na verdade, isso não importava naquele momento. Admirava-o sem saber o motivo certo. Ficava olhando para ele como alguém que precisa de água no deserto.

Resolveu se aproximar. Mergulhou até perto de onde ele estava e quando saiu da água acabou esbarrando nele, de propósito, claro. Ele a segurou, por instinto, com braços fortes mas suaves, achando que ela estava se afogando ou algo assim. Cruzaram um olhar fulminante e ambos sorriram, afinal, nada de mau havia acontecido, pelo contrário, uma energia estranha e contagiante havia tomado conta dos dois naquele momento. Tem coisas na vida que tornam as palavras realmente dispensáveis. Eles se sentiram à vontade um com o outro. O bombeiro frequentava sempre aquele clube, conhecia muito bem o lugar e tinha bons contatos lá dentro. Conversaram por alguns minutos e então ela foi convidada por ele a conhecer uma outra piscina que havia num lugar mais reservado. Ela aceitou. Entretanto, nesse momento seu biquíni não estava mais molhado apenas porque estavam dentro da água.

Foram até um lugar de acesso privado, fechado, disponível para o bombeiro e para poucos. Ele conhecia o dono do local e tinha as costas quentes, podia ir e vir como quiser. Já havia salvado algumas vidas naquele clube. Era uma piscina pequena. Ele entrou primeiro e a convidou esticando a mão e fazendo cara de puto. Ela retribuiu o olhar com cara de safada e entrou em seguida. Ambos sabiam o que queriam, não havia dúvidas, frescuras nem joguinhos. Queriam trepar!

Aproximaram-se, ela colocou as mãos sobre o peitoral dele, que por sua vez a agarrou pela cintura com firmeza. Começaram a se beijar com uma fúria de dois apaixonados, como se o dia não fosse acabar, como se não houvesse mais tempo para ser feliz. A química rolou, como era de se esperar. O pau dele começou a inchar e parecia não caber mais na sunga. Ela encostou seu corpo no dele e sentiu o seu volume. O bombeiro, percebendo que ela estava entregue, pegou-a pelas coxas e a fez montar nele. Amanda fervia de tesão, esfregava a sua bocetinha na pica grossa dele, remexendo e rebolando feito uma vadia. Ela adorava uma sacanagem. E ele já estava no ponto de meter, o pau latejando, duro como rocha, com as veias pulsando o veneno que mais tarde ela beberia e a faria morrer de prazer.

Então, sem aguentarem mais esperar, ele arrancou aquela vara enorme pra fora e olhou pra ela. Como toda vagabunda bem prendada - e tomem isso como um elogio -, não foi preciso dizer palavra, ela desceu, prendeu a respiração e começou a chupá-lo debaixo da água. Mamava o quanto suportava e subia tomar ar, descia novamente, colocava tudo na boca, punhetava e voltava. A danada sabia fazer o serviço bem feito. O bombeiro já estava ficando louco, então a encostou numa beirada da piscina, tirou o biquíni de lado e carcou com força a sua mangueira cheia de fogo nela. Amanda, escorada e empinada ao máximo, rebolava e socava a bunda na piroca do moreno. O cara metia com vontade, lutando contra a pressão da água, e então resolveu provocá-la, colocou dois dedos na boca dela. Enquanto ela chupava os dedos dele, levava uma carcada por trás. Ela mordia e babava. Que trepada deliciosa. Quando ele percebeu que não iria mais aguentar, subiu na borda da piscina, sentou-se, e enquanto se masturbava, ela veio abocanhando tudo, desejando como nunca sorver todo aquele leite. E assim foi. Ele jorrava porra pra cima e ela bebia tudo com uma velocidade de perita, profissional, dedicada, deliciada.

Ao término, sorriram um para o outro, sabendo, ambos, que a missão estava cumprida. Pelo menos para ele. O que o bombeiro não sabia é que não havia conseguido acabar com o incêndio que ainda tomava conta dela.

Voltaram para a parte central do clube. Ele foi para a piscina. Amanda ficou tomando sol, bebendo e olhando as pessoas. Seu corpo trepidava por dentro. Faltava-lhe algo. Depois de algumas horas, trocou-se e foi embora. Chegando em casa, entrou no banheiro, olhou para o chuveirinho e sentiu que sua calcinha estava ficando molhadinha novamente.


Marco Hruschka

Marco Hruschka no Facebook

Quem sou eu?

Minha foto
Maringá, Paraná, Brazil
Marco Hruschka é natural de Ivaiporã-PR, nascido em 26 de agosto de 1986. Morou toda a sua vida no norte do Paraná: passou a infância em Londrina e desde os 13 anos mora em Maringá. Sempre se interessou em escrever redações na época de colégio, mas descobriu que poderia ser escritor apenas com 21 anos. Influenciado por professores na faculdade – cursou Letras na Universidade Estadual de Maringá – começou escrevendo sonetos decassílabos heroicos, depois versos livres, contos, pensamentos e atualmente dedica-se a um novo projeto: contos eróticos. Seu primeiro poema publicado em livro (Antologia de poetas brasileiros contemporâneos – vol. 49) foi em 2008 e se chama “Carma”. De lá para cá já, entre poemas e contos, já publicou mais de 50, não apenas pela CBJE, mas também em outras antologias. Em 2010 publicou seu primeiro livro solo: “Tentação” (poemas – Editora Scortecci). Em 2014, publicou “No que você está pensando?” (Multifoco Editora), livro de pensamentos e reflexões escrito primordialmente no facebook. É professor de língua francesa e pesquisador literário.

Lançamento

Lançamento
No que você está pensando?
"A vida é um compromisso inadiável" M. H.
"A cumplicidade é um roçar de pés sob os lençóis da paixão." M.H.

No que você está pensando?

No que você está pensando?
Pensamentos e reflexões

Meu livro de poemas

Meu livro de poemas
Tentação

Total de visualizações de página

Seguidores

Contato:

marcohruschka@hotmail.com
Tecnologia do Blogger.

Siga-me por e-mail

Arquivo do blog