Para onde vão aqueles que se vão?
Para o magma do breu, festejar o nada que existe após isso?
Sentar-se ao lado direito de Deus, brindar com aquele que nos tira a vida?
Transformam-se em espírito ou em anjo, para vagar eternamente no trânsito divino?
Ou para uma caixa de madeira, são e salvo desse mundo em que vivemos?
Isso eu não sei, mas sei de uma coisa, eu vou morrer!
E... surpresa: Você também vai!
Todos vamos, como se você não soubesse,
Mas uma perda nos entristece, pois somos dependentes do outro,
E quando a saudade cresce, choramos como crianças, outros enlouquecem...
Seres-moribundos, somos isso, isso é o que somos,
Nascemos e já sabemos que vamos morrer, o que fazer?
Talvez amar e viver cada segundo como se fosse o último,
Pois o instante derradeiro está à espreita, aguardando o momento
De entrar e fazer o seu trabalho, transportar-nos para um lugar mais seguro.
Em condolência a toda família, pela perda inestimável da querida prima Ediane nesta data.
Marco Hruschka

3 comentários:
Muy bonito. Interesante. Un saludo fraterno amigo Marcos.
Ola, belo blog você tem. Parabéns, a sua maneira de escrever é muito interessante. Eu amo ler e escrever e no momento estou escrevendo um blog-book (escrevendo e publicando simultaneamente). Te convido a dar uma passadinha por lá, está bem no início, o quarto capítulo sai amanha 15/06/11. O nome do blog-book é “Illegitimate” e você pode seguir esse meu fantasioso romance pelo POET (Pages Of Erased Text) http://pagesoferasedtext.blogspot.com/
Novamente, parabéns pelo blog. É ótimo.
É Antonio, a triste sina da vida é a certeza da morte... Enquanto ela não chega que a vida se instale em nós...
Amei teu blog, hei de segui-lo com prazer.
Abraços
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